Um misto de ideias, um lugar meu, onde posso externar tudo aquilo que sinto, postar noticias que acho interessantes compartilhar, indicar livros para leitura, enfim, misturar tudo isso e transformar em informação.
Parece que foi ontem que olhando para meu diário eu disse que iria ser Advogada! Tinha apenas 10 anos de idade, havia acabado de sair de uma palestra na escola e fiquei deslumbrada com a profissão, disse que quando estivesse na idade iria fazer faculdade de Direito! Mas muitas eram as dificuldades que uma menina vinda do Nordeste, sem o pai para auxiliar a mãe que trabalhava duro, pertencendo a classe baixa, estudando em escola pública e que dois anos depois começou a trabalhar, iria enfrentar. Mesmo com todos os sacrifícios agarrei todas as oportunidades que apareciam, fiz curso de datilografia (é isso mesmo que você leu DATILOGRAFIA), fiz computação, fiz um curso de teatro, manicure e um curso de auxiliar administrativo, todos pela prefeitura de Embu das Artes. Eram cursos bem superficiais, mas bem ministrados e para quem tivesse mesmo com vontade de agregar conhecimento era um prato cheio. Trabalhei com muitas coisas, na feirinha de doming...
Vale a pena perder uns minutos do seu tempo para ler este artigo. Texto de Paulo Rosenbaum escrito na página Jornal do Brasil Paulo Rosenbaum – médico e escritor A questão da concentração de pessoas em lugares públicos e privados foi analisada por vários ângulos, com evidente ênfase na ideologia de quem observava. Alguém nomeou “fenômeno cultural” enquanto outras preferiram carregar na tinta para dizer que era uma extensão das manifestações juninas. Entretanto, a questão que comanda este tipo de concentração é o número de pessoas jovens e sem atividade que há uma década não encontram lugar ao sol. Os “nem, nem” apresentam um problema real de falta de oportunidades, mas um dilema ainda maior de falta de perspectivas. E esse pode ser o ponto central e pouco tratado da questão. Ter e encontrar um lugar significa achar a identidade que permite ao sujeito a aquisição de uma certa paz. E o apaziguamento é essencial numa sociedade. Especialmente para quem tem a inquietu...
Você já se perguntou essas coisas? Eu já! E estou parcialmente pronta para ter um filho! Eu explico... Ter um filho não é por ele no mundo e deixar que outras pessoas assumam a responsabilidade por eles! Seus pais por exemplo, já criaram você, educaram, pagaram seus estudos, deram roupa, casa comida e tudo mais. Hoje se você tem um filho, VOCÊ tem que arcar com essas responsabilidades! Simples? Não!!! Como é sua vida? Trabalha o dia todo, longe de casa, sai super cedo e chega bem tarde? Quem vai cuidar do seu filho? Sua mãe? Sua sogra? Uma babá? Alguém vai ter que te ajudar, até aí perfeito. Porém muitas mulheres tem o costume de delegar a responsabilidade do filho nas mãos de terceiros, usando como muletas algumas dificuldades! Isso é inaceitável, se você se propôs a ter um filho, você vai assumir toda e qualquer responsabilidade sobre TUDO na vida dele, sem usar desculpas para abandonar nas mãos de quem quer que seja! Achei muito coerente o texto escrito pela Cristiane ...
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